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Uma imagem que ilustra um casal se abraçando em sua casa nova
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Dicas de planejamento financeiro para comprar o primeiro imóvel

Comprar o seu primeiro imóvel exige muito planejamento, o que implica em uma série de pesquisas, taxas e negociações. Mas com um bom planejamento financeiro, o sonho do seu primeiro apartamento pode ser realizado.

E para tornar esse objetivo em realidade, nosso post de hoje vai te ajudar! Entenda como se planejar e realizar uma compra bem-sucedida. Vamos lá?

Pesquise bastante antes de tomar a decisão de compra

Escolher o imóvel ideal é uma das etapas mais importantes de nossas vidas. É um grande passo para alcançar o sonho da independência própria e da formação de uma família.

Então, antes de tomar uma decisão é necessário pesquisar, entender a planta, a localização, qual é o seu momento de vida atual e onde você deseja viver em seus próximos anos. Tudo isso influencia diretamente no resultado da sua escolha.

Liste todos os imóveis que você visitou. Escreva o que cada um tem de pontos positivos e negativos (localização, diferenciais da planta, área comum do empreendimento, vista e etc.) e coloque uma estrelinha naquele que mais “brilhou os seus olhos”.

Escolha o imóvel pensando no seu estilo de vida

Quando começamos a procurar por imóveis, encontramos ofertas variadas, com diversas opções de metragens, plantas e acabamentos. E é nessa hora que será preciso procurar pelo imóvel que atende as suas necessidades agora e pelos próximos anos.

Ter essa visão de futuro é fundamental! Pense no crescimento da sua família e no conforto que você quer ter hoje vs. o conforto que você deseja ter no futuro. Se você está solteiro ou solteira, considere que poderá se casar e consequentemente precisará de um pouco mais de espaço. Com todas essas perspectivas em vista, fica mais fácil tomar a melhor decisão.

Além de pensar em suas necessidades, é muito importante você analisar as suas finanças. Possui valor disponível para compra à vista? Precisará financiar? Qual o valor disponível mensalmente para assumir prestações?

Na dúvida, peça uma ajuda ao seu contador, gerente, ou pessoa de confiança para fazer uma simulação com base na sua renda e te apresentar opções que podem nortear sua escolha nesse momento. Com isso feito, fica muito mais fácil entender qual é o imóvel que reúne todas as qualidades que você procura.

Existem maneiras de garantir seu financiamento

Comprar um imóvel vai além do valor dele. Existem obrigações legais a serem cumpridas, como impostos e taxas bancárias. É preciso entender todos esses valores, que podem variar por cidade. No caso de São Paulo e Rio de Janeiro, por exemplo, há o recolhimento do ITBI (Imposto sobre Transações Bancárias Imobiliárias).

Você também terá que arcar com os custos da documentação do imóvel e o registro da venda. Leve tudo isso em conta, pois serão gastos que você terá, geralmente, ainda na fase inicial da compra.

Mas para financiar o seu primeiro imóvel, existem algumas opções de crédito imobiliário que podem te ajudar. O SFH (Sistema Financeiro de Habitação) e o SFI (Sistema Financeiro Imobiliário) são os dois sistemas de financiamento existentes no Brasil.

É importante esclarecer que, quando nos referimos a eles, estamos falando de normas.

A meta do SFH e do SFI é impor às empresas de crédito um conjunto de regras para proteger o mercado financeiro e o consumidor. Mas qual a diferença entre esses sistemas?

O SFH foi feito para ajudar as classes de menor renda do país a obter sua casa própria. Hoje, no entanto, esse sistema atende a pessoas de diferentes faixas de renda, devido aos valores dos imóveis.

O valor máximo de um imóvel que se enquadra no SFH é de R$1,5 milhão e o financiamento não pode representar mais de 80% do valor do imóvel.

Já o SFI é responsável por qualquer assunto relativo ao financiamento de imóveis que não são abrangidos pelo SFH.

Isso significa que a atividade do SFI é mais direcionada à utilização de recursos de investidores institucionais, com grandes quantias para realizar financiamentos no mercado imobiliário e financiamentos de imóveis “não populares” para pessoas físicas ou jurídicas.

Porém, grandes investidores para imóveis de alto valor também conseguem o financiamento do SFH graças à ampliação do programa, com taxas possíveis de serem negociadas de acordo com o tipo de fundo financeiro e objetivo de cada negócio.

E qual é a grande diferença?

A principal diferença entre os dois é que, no SFI, a garantia do seu financiamento é feita com uma alienação fiduciária, que significa “transferir algo com confiança”, onde o devedor passa seu bem ao credor, com ambos definindo quais são os bens que servirão de garantia para o pagamento da dívida. No SFH, a garantia é a hipoteca do imóvel.

Para objetivos mais populares, o SFH costuma ser a melhor opção para garantir o financiamento para a sua casa própria, por exemplo.

Em casos mais específicos, como a garantia de um imóvel comercial com diversas salas para locação, a flexibilidade do SFI pode ser mais benéfica para o consumidor.

Aproveite e conte com o blog da MDL para essas e outras dicas importantes para quem procura um imóvel!

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